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DEUS,
não consintas que eu seja o carrasco
que sangra as ovelhas,
nem uma ovelha nas mãos dos algozes.
Ajuda-me a dizer sempre a verdade
na presença dos fortes, e jamais dizer mentiras
para ganhar os aplausos dos fracos.
Meu DEUS! Se me deres a fortuna,
não me tires a felicidade;
se me deres a força, não me tires a sensatez;
se me for dado prosperar,
não permita que eu perca a modéstia,
conservando apenas o orgulho da dignidade.
Ajuda-me a apreciar o outro lado das coisas,
para não enxergar a traição dos adversários,
nem acusá-los com maior severidade
do que a mim mesmo.
Não me deixes ser atingido pela ilusão da glória,
quando bem sucedido e nem desesperado
quando sentir insucesso.
Lembra-me que a experiência de um fracasso
poderá proporcionar um progresso maior.
Ó DEUS ! Faz-me sentir que o perdão é maior
índice da força, e que a vingança é prova de fraqueza.
Se me tirares a fortuna, deixe-me a esperança.
Se me faltar a beleza da saúde,
conforta-me com a graça da fé.
E quando me ferir a ingratidão e a incompreensão
dos meus semelhantes, cria em minha alma
a força da desculpa e do perdão.
E finalmente Senhor,
se eu Te esquecer, te rogo mesmo assim,
nunca Te esqueças de mim!








Código html:
Cristiny On Line
Amor de paixão acaba após um ano,
'Amor agudo' 
Eles estudaram 58 pessoas que tinham acabado de começar um relacionamento e compararam os níveis de proteína em igual número de pessoas em relacionamentos de longo prazo e solteiras.
Naquelas pessoas que tinham acabado de começar um relacionamento, os níveis da proteína NGF – que causa sintomas como suor nas palmas das mãos – estavam elevados de forma significativa.
Em 39 pessoas que ainda estavam na mesma relação um ano depois, os níveis de NGF tinham caído.
Pierluigi Politi, um dos autores do estudo, disse que a descoberta não quer dizer que as pessoas não estão mais apaixonadas, mas apenas que não é mais "amor agudo".
"O amor se tornou mais estável. O amor romântico parece ter acabado (após algum tempo)", disse.
Segundo Politi, o estudo indica que as mudanças na forma de amor parecem ligadas à NGF.
"Nosso conhecimento da neurobiologia do amor romântico continua limitado", disse.
"Mas o estudo sugere que os mecanismos bioquímicos podem estar envolvidos em mudanças de humor que ocorrem nas primeiras fases do amor até quando o relacionamento fica mais estável."
Ele observou que ainda é preciso fazer novas pesquisas.

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Jornal divulga fitas com segredos de
Marilyn Monroe | |
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Por Steve Gorman
LOS ANGELES (Reuters) - Marilyn Monroe não estava satisfeita com sua relação com o então procurador-geral dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy, e passou uma noite com a atriz Joan Crawford, depois da qual as duas se distanciaram.
Joan Crawford Marilyn achava que o sexo com seu ex-marido e dramaturgo Arthur Miller era "mais ou menos" e ainda tinha muito carinho pelo ex-marido Joe DiMaggio. Ela agradecia a seu psiquiatra por tê-la ensinado a atingir o orgasmo. O jornal Los Angeles Times revelou algumas novas facetas da mente de Marilyn Monroe na sexta-feira, com base em trechos de fitas que o símbolo sexual teria gravado secretamente para seu psiquiatra nos dias que antecederam sua morte, em 1962, aos 36 anos de idade. O diário afirmou ter obtido um registro escrito do conteúdo das fitas com a única pessoa ainda viva que diz tê-las escutado -- o ex-promotor John Miner, de 86 anos. Para Miner, as fitas confirmam sua tese de que a atriz foi vítima de traição. O ex-promotor fez notas "amplas" e "quase literais" a partir das fitas quando elas foram apresentadas a ele pelo terapeuta de Marilyn, Ralph Greenson, hoje morto. À época, Miner investigava a morte da atriz. O corpo de Marilyn foi encontrado no dia 5 de agosto de 1962, na casa dela em Los Angeles. Uma autópsia concluiu que ela havia morrido devido a uma intoxicação por barbitúricos e que teria, provavelmente, cometido suicídio. Teorias conspiratórias surgiram aos montes nas últimas décadas sugerindo que a atriz havia sido assassinada. Promotores reexaminaram o caso em 1982, mas decidiram não haver provas suficientes para iniciar uma nova investigação criminal. Miner afirmou ao jornal ter examinado as fitas em uma tentativa de determinar o estado mental de Marilyn e ficou convencido de que a atriz não era suicida. Segundo os trechos divulgados pelo jornal, Marilyn começa a fazer as gravações -- um tipo de auto-análise por meio de associação livre -- agradecendo ao médico por ajudá-la a retomar o "controle sobre mim mesma, o controle sobre a minha vida." PENSAMENTOS ÍNTIMOS
Uma das fotos preferidas de Marilyn "O senhor é a única pessoa que vai conhecer os pensamentos mais íntimos, mais secretos de Marilyn Monroe", diz a atriz na fita. Ela também o agradece por ajudá-la a descobrir o segredo do orgasmo após anos de uma vida sexual insatisfatória. Marilyn prossegue falando sobre a forma de seu corpo, sobre seus famosos ex-maridos e sobre seus sentimentos a respeito de outras estrelas do cinema, como Clark Gable e Frank Sinatra, a quem chama de um "amigo maravilhoso". Em um momento, nua na frente de espelhos para examinar o próprio corpo, ela diz: "Meus peitos estão começando a cair. Minha cintura não está ruim. Minha bunda é o que deveria ser, a melhor que há. OK, Marilyn, você está com tudo". A respeito de seu contato sexual com Joan Crawford, Marilyn diz: "Na vez seguinte em que me encontrei com Crawford, ela disse que desejava uma nova rodada. Disse-lhe francamente que não havia gostado muito de fazer aquilo com uma mulher. Depois que a rejeitei, ela se tornou rancorosa". Apesar de haver muitos boatos sobre o relacionamento de Marilyn com o presidente John F. Kennedy, as fitas não mostram isso, afirmou o Times. Elas sugerem apenas que a atriz estava envolvida com o irmão do presidente, Robert. "Não há espaço na minha vida para ele", diz Marilyn. "Acho que não tenho a coragem de encarar isso e magoá-lo. Quero que outra pessoa lhe diga que tudo acabou. Tentei convencer o presidente a fazer isso, mas não consegui falar com ele". O Times disse que Miner só conseguiu ouvir as fitas sob a condição de nunca revelar o conteúdo delas. O ex-promotor só teria quebrado sua promessa anos depois da morte de Greenson e porque o psiquiatra vinha sendo apontado por alguns biógrafos de Marilyn como suspeito na morte dela. cena do filme Bel Air Hotel (continua) |

Bem... eu não entendo porque, sempre que me deparo com alguma notícia sobre Marilyn Monroe... apesar de ser um assunto antigo, me sinto impelida a ler profundamente (se não existe esse termo "ler profundamente", sinto muito, mas é o único que cabe nesse caso) com um misto de 20% de curiosidade e 80% da indignação que essa morte me causou... Na época, eu tinha dez anos e me lembro exatamente de toda parafernália que tal fato provocou no mundo todo, óbvio, diante de tão dramática situação, por ser uma celebridade... por estar no auge de uma carreira artística muitíssimo bem sucedida, por ser uma mulher deslumbrantemente linda, mas... principalmente, pela forma misteriosa e intrigante de sua precoce partida, que em meus inocentes dez anos de idade, nem sonhava com possibilidades que poderiam ter tido como consequência o final de uma vida tão "importante" para o mundo inteiro. Sim... porque até algumas pessoas de minha família choravam copiosamente. A TV (branco e preto, claro), que normalmente (a não ser em finais de semana), só era ligada à noitinha, por mais de uma semana, funcionou da hora q ue o primeiro acordava até o último ser vencido pelo sono. O rádio da cozinha... não tinha descanso e os jornais e revistas só falavam nisso, com fotos que me confundiam pelos contrastantes cenários, dela posando, atuando, sorriso escancarado, vivendo intensamente e... do enterro... POR QUE?!?...

Pois é... esse POR QUE... me acompanha desde então... Não posso dizer que chegou a traumatizar (apesar de que era a primeira vez que eu ouvia falar em suicídio), mas foi, sem dúvida alguma, algo que marcou, infelizmente de forma negativa, a minha infância, quando não interessavam às crianças assuntos de adultos... a gente só podia presenciar tudo, à enfatização que os "adultos" faziam questão de dar ao caso... diante das pobres crianças... hehehe... coisas da vida... vamos ao que possa interessar!
Um dia desses, quando abri o MSN, e aquele chato do MSN HOJE interrompeu como sempre o ínicio de minha conversa com um de meus virtuais amigos, a primeira notícia tinha esse título "Jornal divulga fitas com segredos de Marilyn Monroe". Gente... é uma coisa inacreditável, mas eu não via a hora de pedir um tempo ao meu amigo, para poder ler o texto. É algo quase que... digamos, institivo. No fundo, lá no fundinho mesmo... eu acho que esse sintoma, é a grande expectativa que até hoje eu tenho de saber...POR QUE...
Aguçados, mais uma vez, os 20% de curiosidade e os 80% de indignação... hehe... fui fundo no texto, que continuou me deixando a mesma pergunta, hoje acrescida da imensa vontade de que seja desvendado tão grande mistério, criado, cultivado em minha mente e o pior... eternamente, pelo visto, incentivado pela mídia. O fato de ter sido suicídio ou não... não diminui a carga desse mistério. Aliás... a morte, pra mim, constitui um mistério tal e qual, tenha ela a causa que houver.
Enfim... acabei indo mais fundo ainda (coisa que por incrível que possa parecer, ainda não tinha feito pela internet), buscando fatos de sua vida, que pudessem me trazer subsídios para uma interpretação pessoal um pouco mais esclarecida. E assim, encontrei várias biografias, das quais extraí os fatos mais importantes ou interessantes e estou compartilhando com vocês, especialmente com aqueles que, tanto quanto eu, tem uma porcentagem de curiosidade e outra de indignação, mesmo que não seja nas mesmas proporções, mas que, de alguma forma possa trazer, como trouxe a mim, algumas conclusões que respondem, em parte, o intrigante POR QUE...
(continua)
MARILYN MONROE












Novamente ficou sem emprego, o que fez com que aceitasse posar para o ensaio fotográfico que ficou famoso,a foto nua sobre o fundo vermelho. Pelo trabalho, recebeu 50 dólares.

Sua aparição no filme dos irmãos Marx impressionou um dos poderosos agentes de Hollywood, Johnny Hyde, que arranjou o teste para o papel da amante de Louis Calhern em O Segredo das Jóias. O resultado foi a assinatura de um novo contrato de sete anos com a Fox.

Conseguiu outro papel em A Malvada e enquanto filmava Almas Desesperadas, o estúdio descobriu a foto do calendário.Quando Marilyn revelou que havia feito o trabalho por necessidade de dinheiro, o público ficou comovido pelo passado trágico da atriz, em vez de condená-la publicamente.
Em seguida, trabalhou em Torrentes de Paixão , Como Agarrar um Milionário e Os Homens preferem as Loiras, que tem o número clássico de Marilyn com o vestido cor-de-rosa cantando que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.

Como agarrar um milionário - Rory Calhoun, Marilyn Monroe
Em 1952 ,Marilyn conheceu o ex-jogador de beisebol Joe DiMaggio e dois anos depois se casou com ele, mas o conflito entre a vida caseira e a carreira chegou ao limite durante as filmagens de O Pecado mora ao Lado.

A cena em que o vento levanta a sua saia foi o limite para o ciumento DiMaggio e o casamento acabou. (hehehe)

Marilyn tinha prestígio de estrela, mas não era levada a sério como atriz e estava irritada com os pápeis de "loira burra"que recebia. Ela partiu para Nova York ,onde virou aluna do Actors Studio, mas o método de Lee Strasberg que envolvia a análise do interior do ator foi nocivo para ela, só aumentando suas inseguranças pessoais.

Marilyn em Nova York
O romance com Arthur Miller, autor de Morte do Caixeiro Viajante e As Bruxas de Salém levou ao casamento em 1956.


Através da sua companhia,a Marilyn Monroe Productions, fez O Príncipe e a Corista, dirigido e protagonizado por Laurence Olivier.
O filme não foi um sucesso e Marilyn retornou a Los Angeles e fez aquele que é considerado seu melhor trabalho, Quanto mais Quente Melhor, com Jack Lemmon e Tony Curtis.

Marilyn com Tony Curtis em cena do filme
Nos bastidores de Adorável Pecadora, ela conheceu o galã francês Yves Montand, eles tiveram um romance passageiro que o ator definiu como "uma atração infantil de Marilyn".

Yves Montand
(continua)

Durante a filmagem de Os Desajustados, o casamento com Miller terminou. Ele adaptara sua peça especialmente para ela, que contracenou com seu ídolo de infância Clark Gable. Mas Marilyn estava em sua pior fase, com atrasos constantes e dependente de soníferos e álcool.
Para piorar, depois do término das filmagens Gable faleceu e a imprensa a acusou de ser responsável pelo enfarte do ator.

Clark Gable
Ela teve um colapso nervoso e internou-se numa clínica.Ligou para Joe DiMaggio que a levou para um hospital e aparentemente recuperada, comprou uma casa em Brentwood,um bairro de Hollywood.
Era 1962, e ela havia recuperado sua boa forma,começando a trabalhar em Something's Gotta Give.Mas enfureceu os produtores quando entregou uma licença médica justificando sua ausência nas filmagens enquanto estava no Madison Square Garden, cantando o Parabéns pra você para o presidente John Kennedy.Aliado aos seus atrasos e dificuldade de lembrar suas falas, ela foi demitida e o filme interrompido.

Marilyn e os Kennedy
Seu envolvimento com John Kennedy começou depois que eles foram apresentados por Peter Lawford, casado com a irmã do presidente, Pat. Famoso mulherengo, John dispensou Marilyn e enviou o irmão Bobby para acalmá-la, que também teve um romance com ela. Como ele também era casado, logo terminou seu caso com ela, que ficou desesperada.

Em 1962, Marilyn foi aclamada como a estrela mais popular do mundo ("World's Most Popular Star") com a entrega do Globo de Ouro (Golden Globe), reafirmando sua fama e reconhecimento internacional.

Uma das últimas imagens artísticas de Marilyn é esta, que Bert Stern produziu em 1962, dois meses antes da morte dela.
Marilyn foi encontrada pela secretária Eunice Murray,estava na cama, de bruços, com o fone fora do gancho nas mãos. A dose letal de nembutal que teria tomado foi dada como causa da morte. Até hoje existem dúvidas se foi acidente ou assassinato, motivado por suas ligações com os Kennedy.


Quem cuidou do enterro foi Joe DiMaggio, que foi seu amigo até o fim.Mandou que depositassem rosas vermelhas no túmulo de Marilyn três vezes por semana, para sempre...




Marilyn Monroe apresentou-se em 30 filmes deixando um deles, "Something's Got to Give", inacabado. Porém ela foi muito mais que uma estrela de cinema. Sua popularidade a transformou em um mito e uma pessoa intensamente admirada. Atualmente o nome e imagem de Marilyn Monroe são símbolos de beleza e glamour. Seu espírito serve de inspiração para aqueles que lutam em sua vida em busca da grandeza.

Uma citação de Marilyn:
" Eu estava feliz. As pessoas esperavam por mim. E lembro bem dos dias em que ninguém me queria."

The End 

HOLLYWOOD (Hollywood Reporter) - Combinação inusitada de opiniões científicas, animação em 3D, efeitos visuais e um componente ficcional paralelo, "Quem Somos Nós", que estréia nesta sexta-feira, nos oferece algo como uma travessa de aperitivos metafísicos.

Pense no documentário como um "Matrix" da física quântica.

Financiado por William Arntz, criador de empresas de software e budista devoto, e escrito por Arntz, pelo diretor Mark Vicente e pela produtora Betsy Chasse, o filme fornece informações de nível elementar com muito charme e criatividade.

No papel, a promessa de 14 cientistas e místicos de definir a realidade não parece muito empolgante, mas os cineastas conseguem passar sua mensagem de maneira agradável e surpreendente, graças aos efeitos especiais caprichados e a um tom irreverente que evita que o filme se leve muito a sério.

A atriz Marlee Matlin confere um uso prático ao pensamento profundo como a fotógrafa cuja existência mundana e cotidiana sofre uma reviravolta, quando ela embarca numa viagem em busca de maior autoconhecimento de um modo muito mais divertido do que pode parecer.

Fonte: UOL
As fotos são de cenas do filme
(No site UOL - Trailler do filme para assinantes)


Meus queridos amigosssss!!!

Mamy 



Por Paul Majendie


LONDRES (Reuters) - Como encontros rápidos e danceterias já não parecem preencher o vazio de muitos corações solitários, a moda em Londres agora é o "romance inteligente".
Sociedades de debates, aulas de arte e saraus de poesia são eventos que proliferam na capital britânica nesta onda dos namoros-cabeça. A tendência já foi notada por diversos comentaristas sociais e levou até a prestigiosa revista The Economist a decretar que "a seriedade está em alta".


Sebastian Shakespeare escreveu no jornal Evening Standard que "os debates e saraus estão rapidamente se tornando as noitadas mais românticas de Londres".
Quem vem se dando bem com isso é Ginny Greenwood, criadora do clube Futures Squared, voltado para solteiros com muito dinheiro e pouco tempo. "Você não está se concentrando no que acontece entre o umbigo e o joelho -- está se conectando à massa cinzenta", disse ela à Reuters.
"Eles têm renda e inteligência. Só precisam de alguém para organizar suas agendas sociais. Acho que 'intellidating' (expressão que funde as palavras 'inteligência' e 'namoro') é uma grande frase. Tenho certeza de que acabará no dicionário. Se você é uma pessoa inteligente numa posição profissional importante, não vai ficar perambulando pelos bares nem recorrer a um encontro-relâmpago (organizado por agências especializadas)."


Se a música é o alimento do amor, a poesia enche a alma, como descobriu a escritora Josephine Hart ao organizar a sua concorrida Hora da Poesia na Biblioteca Britânica.
"Isso tem mesmo um efeito importante sobre as pessoas", disse Hart, em cujo evento Bob Geldof leu Yeats, Ralph Fiennes se debruçou sobre Auden e Roger Moore recitou Kipling.
"A mente fica expandida. Teve gente que chorou em algumas noites", contou ela. "Espero que o namoro inteligente entre na consciência das pessoas. Há uma enorme falta de qualquer coisa que seja profunda. Os jovens têm fome de algo que tenha profundidade e importância."


John Gordon e Jeremy O'Grady criaram a Intelligence Squared porque queriam tornar os debates mais atraentes. Até agora, todos os eventos que organizaram, na sede da Real Sociedade Geográfica, lotaram antecipadamente.
"Acho que há uma fome por essas coisas num mundo que está mais complexo ao mesmo tempo em que também fica mais bobo", disse O'Grady. "Há uma enorme lacuna nas necessidades emocionais das pessoas."
Nesse clima, os don juans intelectuais enfrentam debates desafiadores, com títulos como "Melhor a justiça bruta que outro 11 de setembro" ou "A ascensão da China prenuncia o declínio do Ocidente".
"É discutível se isso é namoro ou debate, mas representa uma oportunidade para as pessoas que querem o namoro inteligente", disse O'Grady. "Há uma enorme carência de fóruns institucionais além da pista de dança e dos clubes para que eles se encontrem."




Belinha acordou às seis, arrumou as crianças, levou-as para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur, o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações.

(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).

hehehehehehehehehe... ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!
Kellyyyyyyy!!! Do seu e-mail, eu fiz esse post... VALEU, FOFAAAA!!!




É comum ouvirmos dizer que amar alguém exige da parte de quem ama uma entrega ao outro. Mas não será isto o caminho mais certo para o fim da relação amorosa? Eu penso que sim, e passo a explicar porque.

É através das relações com outras pessoas, lugares, acontecimentos ou objectos que podemos existir como algo identificável. O que somos relativiza-se ao que não é. Por isso, as relações humanas devem ser encaradas como construtivas e formativas da identidade de cada um. Nesse sentido, o propósito válido para as relações e para tudo na vida só pode ser um: ser e decidir quem realmente somos.

Mas o que fazemos quando iniciamos uma relação com alguém? A maioria das vezes entramos numa relação com os olhos postos naquilo que podemos lucrar e não no que podemos lá pôr. Esperamos que o todo seja maior que a soma das partes e acabamos por descobrir, mais tarde ou mais cedo, que é menor. E porquê? Porque nos concentramos no outro, na forma como ele corresponde aos nossos ideais e como nós correspondemos aos dele. Um e outro exercem sobre o parceiro uma pressão enorme para ser toda a espécie de coisas que não é, mas que, não querendo desiludir, se esforçam terrivelmente por ser e fazer... até não conseguirem mais, até já não conseguirem desempenhar o papel que lhes foi atribuído. Cresce, então, o ressentimento e, a seguir, a revolta. Aí começam a reclamar o que na realidade são e querem ser... altura em que o outro diz: estás mudado.

O propósito de uma relação não pode ser, portanto, o outro mas sim nós próprios. Devemos deixar que cada um dos parceiros envolvidos na relação se preocupe com o Eu. A concentração no outro, a obsessão pelo outro é o que faz com que as relações fracassem. Por isso, para mim, amar alguém não é entrega... é partilha do que cada um é e quer ser. Amar é partilhar com alguém a plenitude de nós próprios.
Alic



Vocabulário

Caso você esteja contando comigo para operacionalizar algo, vou dizendo desde já: pode tirar seu cavalinho da chuva. Eu não operacionalizo nada para ninguém. Tampouco compactuo com quem operacionalize. Se você quiser, eu monto, eu realizo, eu aplico, eu ponho em operação. Se você pedir com jeitinho, eu até implemento. Mas, operacionalizar, jamais.
O que? Você quer que eu agilize isso para você? Lamento, mas eu não sei agilizar nada. Nunca agilizei. Está lá no meu currículo: faço tudo, menos agilizar. Precisando, eu apresso, eu priorizo, eu ponho na frente, eu dou um gás. Mas agilizar - desculpe, não posso, acho que matei essa aula.
Outro dia mesmo queriam reinicializar meu computador. Só por cima do meu cadáver virtual! Prefiro comprar um computador novo a reinicializar o antigo. Até porque eu desconfio que o problema não seja assim tão grave. Em vez de reinicializar, talvez seja o caso de simplesmente reiniciar, e pronto.
Por falar nisso, é bom que você saiba que eu parei de utilizar. Assim, sem mais nem menos. Eu sei, é uma atitude um tanto quanto radical da minha parte, mas eu não utilizo mais nada. Tenho consciência de que a cada dia que passa mais e mais pessoas estão utilizando, mas eu parei. Não utilizo mais. Agora eu só uso. E recomendo. Se você soubesse como é muito mais
elegante, também deixaria de utilizar e passaria a usar.
Sim, estou me associando à campanha nacional contra os verbos que acabam em "ilizar". Se nada for feito, daqui a pouco eles serão mais numerosos do que os terminados simplesmente em "ar". Todos os dias os maus tradutores de livros de marketing e administração disponibilizam mais e mais termos infelizes, que imediatamente são operacionalizados pela mídia, reinicializando palavras que já existiam e eram perfeitamente claras e eufônicas.
A doença está tão disseminada que muitos verbos honestos, com currículo de ótimos serviços prestados, estão a ponto de cair em desgraça entre pessoas de ouvidos sensíveis. Depois que você fica alérgico a disponibilizar, como você vai admitir, digamos, "viabilizar"? É triste demorar tanto tempo para a gente se dar conta de que "desincompatibilizar" sempre foi um palavrão.
Precisamos reparabilizar nessas palavras que o pessoal inventabiliza só para complicabilizar. Caso contrário, daqui a pouco nossos filhos vão pensabilizar que o certo é ficar se expressabilizando dessa maneira. Já posso até ouvir as reclamações: "Você não vai me impedibilizar de falabilizar do jeito que eu bem quisibiliser".
Problema seu. Me inclua fora dessa.